PESO IDELA JÁ

O QUE VOCÊ FARIA COM ALGUNS QUILOS A MENOS?

sábado, 25 de abril de 2009

Pratique Saúde contra a Obesidade

No Brasil, cerca de 38 milhões de brasileiros com mais de 20 anos estão acima do peso. Desse total, mais de 10 milhões são considerados obesos, de acordo com os padrões estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela Organização para a Alimentação e Agricultura (FAO). Dados de 2003 da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) revelam que o excesso de peso afeta 41,1% dos homens e 40% das mulheres, sendo que, desse grupo, a obesidade atingi 8,9% dos homens e 13,1% das mulheres adultas. O estudo aponta ainda que o excesso de peso dos brasileiros está relacionado ao aumento do consumo de alimentos industrializados e também pela ingestão de grande quantidade de açúcar e gordura. O Ministério da Saúde, por meio da Política de Alimentação e Nutrição, lançou em outubro, o primeiro Guia Alimentar para a População Brasileira, com informações, dados, avaliações, curiosidades, alertas sobre a alimentação da população brasileira e também dicas de como melhor o aproveitamento dos alimentos no cardápio do brasileiro. O material é direcionado para a promoção da alimentação saudável e prevenção de doenças crônicas, transmissíveis e infecciosas e orienta o trabalho dos profissionais de saúde nos estados e municípios.

fonte:http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=23621&janela=1

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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Osteoporose pega, principalmente, coluna e quadril


Uma em cada três mulheres tem o problema, que também atinge os homens

Ossos ocos, finos, extremamente frágeis e quebradiços. Este é o quadro provocado pela osteoporose, doença que atinge os ossos e é marcada pela diminuição da resistência dele, aumentando a fragilidade do tecido e favorecendo ao aparecimento de fraturas. A principal causa da osteoporose é o desequilíbrio entre a reabsorção e a formação de tecido ósseo, sendo mais comum

em mulheres a partir dos 60 anos , define Mario Newton Azevedo, médico do setor de Densitometria Óssea e chefe do serviço de Reumatologia do Hospital Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

As mulheres são o principal alvo da doença porque, normalmente, apresentam menor massa óssea do que os homens. As características genéticas como sexo, idade, raça, peso, altura e antecedentes familiares são responsáveis por 80% das causas da osteoporose.

Os 20% restantes relacionam-se com atividades como exercício, dieta, sedentarismo, tabagismo, alcoolismo, doenças pré-existentes ou adquiridas , explica o Dr. Mario Newton.

Após a menopausa, os ossos femininos passam a incorporar menos cálcio, que é parte fundamental da formação óssea, e por isso ficam quebradiços. Um dos maiores problemas da osteoporose, contudo, é que ela progride lentamente e poucas vezes apresenta sintomas, ou seja, sem exames específicos é fácil que passe despercebida até que ocorra uma fratura.

Pontos frágeis
Hoje, em todo o mundo, a estimativa é de que uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima de 50 anos tenham osteoporose. As fraturas costumam ocorrer em quatro lugares: o primeiro é a coluna vertebral, especialmente as vértebras lombares que, na maioria das vezes, são indolores e podem levar a deformidades (como a formação de uma corcunda), sendo as principais causas de diminuição da altura dos pacientes com quadro de osteoporose.

O segundo é o quadril, que podem levar a imobilidade e até invalidez, dada a dificuldade de cicatrização das fraturas no local. Por último estão o pulso e o fêmur, que prejudicam bastante a independência no caso do idoso.

Existem dois tipos de osteoporose: a pós-menopausa e a senil. A primeira compromete as mulheres na época da menopausa, provocada pela restrição abrupta dos hormônios sexuais, com aumento da reabsorção do osso causada pela diminuição dos níveis de estrogênio no organismo. A osteoporose senil acomete a ambos os sexos e ocorre a partir dos 70 anos de idade, sendo causada pelo desequilíbrio provocado pela diminuição da absorção de cálcio pelo organismo , diz o médico. A osteoporose também favorece a fragilidade dentária levando a perda óssea e prejudicando a nutrição das pessoas com idade mais avançada.

Como diagnosticar e tratar
É preciso fazer um exame de densitometria óssea, que mede a densidade dos ossos e mostra o estado de deterioração do colágeno ósseo, que dá sustentação ao osso. Trata-se de um método não invasivo, indolor e sem risco de radiação. Para as mulheres, o ideal é começar a fazer o exame já no período pré-menopausa , orienta o Dr. Mario Newton. O diagnóstico de osteoporose é positivo quando existe a perda de mais de 25% da massa óssea e a presença de pelo menos uma fratura secundária.

Caso seja identificada a doença, o tratamento inicial conta com suplementação de cálcio. Entretanto, existem vários esquemas terapêuticos e medicamentos aplicados às diversas características dos pacientes, tratamentos direcionados aos tipos de osteoporose e para diferentes fases da vida , diz Azevedo.

Entre eles destacam-se a reposição hormonal para a menopausa, uso de bisfosfonatos (alendronato, risendronato, ibandronato, zolendronato), modulador seletivo de receptor de estrógeno, hormônio paratireoideano, calcitonina, ranelato de estrôncio, assim como a prescrição atividade física com orientação profissional para controlar, reduzir e estabilizar o quadro.


Dr. Fábio Ravaglia
Ortopedista

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Coca-Cola Zero Proibida nos Estados Unidos




Depois de uma massiva propaganda do novo produto Coca-Cola Zero, começaram a aparecer na comunidade científica, artigos médicos sobre os malefícios do Ciclamato de Sódio. De outra forma, os consumidores começaram a questionar porque a Coca-Cola lançava um produto que viria concorrer com outro produto seu da mesma linhagem, a Coca-Cola Light. Afinal, as duas não prometiam a inexistência de açúcar em suas composições? Se ambas não contém açúcar, o que as diferenciava?


As respostas para estas questões estão a mostra num atento exame dos componentes de tais refrigerantes:
A Coca Cola LIGHT possui: Acesulfame K (16mg/%) y Aspartame (24mg/%), num total de 40mg/100ml de bebida, de edulcorantes.

Já a Coca Cola ZERO tem em sua formulação Ciclamato de Sódio (27mg%), Acesulfame K (15mg%) e Aspartame (12 mg%), tornando-a mais doce que a outra - um total 54mg/100ml de bebida).

Tendo em conta que o edulcorante «Ciclamato de Sodio» está terminantemente proibido pelo F.D.A (Federal Drugs Administration) - (Organismo máximo de controle de alimentos e drogas dos EUA da América) por comprovados efeitos na gênese de tumores cancerígenos, e mais, que o Ciclamato é muito mais barato que o Aspartame (a razão de 10 dólares por quilo do Ciclamato contra 152 dólares/Kg do Aspartame, vem a pergunta: Que Coca-Cola você passará a tomar?

Nota da Redação: Parece fácil a resposta, ainda mais considerando- se que o Ciclamato de Sódio é cancerígeno, não? Entretanto, o que se vê é um contínuo incremento no consumo da Coca Zero em contraste a um decréscimo no consumo da Light. Especialmente nos países em que a Coca Zero não foi ainda tirada do mercado. O que faz isto? A massificação da propaganda da Coca Zero, contra praticamente nenhuma da Coca Light. Assim, somos induzido a a ingerir um produto que, proibido em outros centros por conter um agente cancerígeno, ainda está a disposição em nossos mercados.

A COCA COLA ZERO vendida nos Estados Unidos, no Canadá, no Reino Unido e na maioría dos países europeus NÃO CONTÉM Ciclamato de Sódio.
Isto só acontece nos países pobres ou subdesenvolvidos como os da Europa Oriental e América Latina.
Quando no ano passado se tirou do mercado a Coca-Cola Zero no México criou-se uma grande polêmica porque ela continha Ciclamato e tiveram que trocá-la.
A Coca Cola nunca aceitou dizer que ela havia sido tirada do mercado por causa do Ciclamato. Ao invés disto disse que a mesma foi retirada do mercado para “melhorar seu sabor”.
É frustrante e indigno o que estes países fazem com os países do dito 3º. Mundo.
Não lhes interessa a saúde do consumidor (que em sua ignorância crêem estar usando produtos dietétios seguros). Interessa-lhes, apenas, o lucro, o dinheiro.

Por incrível que pareça, em minhas investigações a COCA COLA ZERO que se vende na Espanha também possui esta coisa, o Ciclamato. Porém, está cada vez mais rara sua venda. A que vendem na Alemanha também contém esta droga.
Dr. Edgardo Derman MAAC
LU3PCJ - San Juan - ARGENTINA

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10 dicas para diminuir a quantidade de gordura ingerida

Cada nutriente libera uma determinada quantidade de calorias por grama. Os carboidratos assim como as proteínas liberam 4 cal, já a gordura libera 9 cal! Assim dá para perceber quem é o vilão na hora de pensarmos em emagrecer, né?!
Siga essas dicas e diminua a quantidade de gordura que você ingere diariamente.
1. Substitua o leite integral pelo desnatado, se não conseguir tente o semi-desnatado. Faça o mesmo com os iogurtes.
2. Evite o chocolate, achocolatados e doces elaborados cuja preparação depende de creme de leite e leite condensado. Quer uma sobremesa, tente a gelatina.
3. Substitua queijos amarelos pelos brancos. Opte pelo requeijão ligth.
4. Evite alimentos embutidos como salsicha, linguiça, mortadela, salame, salaminho, presunto, apresuntado.
5. Retire a gordura aparente das carnes e a pele das aves.
6. Prefira salgados assados aos fritos, mas cuidado, croissant é assado e muito gorduroso!
7. Na hora do lanche dê preferência pelo pão integral e bolos simples, sem cobertura ou recheio.
8. Cuidado ao escolher o tempero usado na salada.
9. Se for preparar linguiça, hamburger ou nugget, utilize o forno. Algumas marcas podem ser feitas no microondas.
10. Reduza ao mínimo o óleo utilizado para refogar os vegetais.

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sábado, 4 de abril de 2009

Obesidade infantil x atividades físicas


Só exercícios não são suficientes para evitar o sobrepeso em criança. É preciso que a alimentação do seu filho também seja equilibrada


O que você tem feito para melhorar a qualidade de vida do seu filho? Estudo realizado por pesquisadores da Peninsula Medical School in Plymouth, no Reino Unido, mostrou que uma hora de exercícios moderados por dia não são suficientes para evitar a obesidade infantil.

Mas isso não significa que a atividade física não seja fundamental para a criança. Mesmo sem alteração no peso, as crianças que praticavam exercícios, analisadas nesta pesquisa, tiveram melhora em sua saúde metabólica, como pressão arterial, colesterol, triglicérides, glicemia. “Para trazer também alterações de peso, a atividade física tem de estar associada a uma mudança alimentar”, diz Luiz Eduardo Calliari, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz (SP). Além da dieta equilibrada, é preciso que os hábitos de vida da criança (e da família!) sejam repensados.

O especialista ressalta que os exercícios físicos devem ser feitos diariamente, mas é preciso que a criança pratique o que sente prazer. E sem tanta competitividade. “Até a adolescência, o ideal são jogos e brincadeiras que não mexam muito com essa questão. Há crianças que não têm muita habilidade com um esporte e podem ficar desmotivadas se não conseguirem acompanhar os colegas”, diz Luiz Eduardo. A dificuldade de deixar as crianças sairem de casa, principalmente nas grandes cidades, não pode ser desculpa para elas não praticarem algum tipo de exercício. Importantes também para a socialização, eles não podem ser sempre trocadas por TV e computadores. Seja na escola, no playground do prédio, no clube ou no parque, há sempre um espaço para esse encontro.

Outro ponto levantado pela pesquisa é o fato de as meninas praticarem menos atividade física do que os meninos. Segundo o endocrinologista, isso acontece na maioria dos países e é cultural. Muitas vezes, para eles, basta ter uma bola por perto para começarem a se exercitar. Por isso, as garotas precisam de mais incentivo dos pais na rotina de exercícios. E essa preocupação antecipada vai ser importante no desenvolvimento delas uma vez que, na adolescência, com as mudanças hormonais, elas têm mais chance de engordar que os garotos.


Ana Paula Pontes

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Café da manhã: ele é importante para o seu filho


Pesquisa australiana revela que muitas crianças saem de casa sem comer nada pela manhã. Entenda por que essa refeição é fundamental para a saúde da criança

Seu filho toma café da manhã antes de ir para a escola? Uma pesquisa australiana revelou que 42% das crianças saem de casa um ou mais dias com o estômago vazio. Outros estudos mostram que esse hábito aumenta o risco de a criança ter sobrepeso, uma vez que, ao pular a refeição, ela exagera na seguinte, consumindo também mais calorias e gorduras.
Embora os hábitos no Brasil não sejam como na Austrália, a situação não é tão diferente. Uma pesquisa realizada no site CRESCER com 45 pais constatou que 71% das crianças não se alimentam antes de ir para a escola. Segundo Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein (SP), os estoques de glicose no organismo começam a reduzir a partir de três horas de jejum.

Assim, depois de uma noite de sono, é provável que seu filho tenha ficado em média 8 horas sem se alimentar. “Com a atividade física na escola, e a falta de comida, há risco de a criança ter hipoglicemia [baixo nível de glicose no sangue]. Tontura, náusea e até desmaios podem aparecer”, diz. Além disso, a criança pode ter alteração no humor e dificuldade para se concentrar.

Mãos à obra

Se o seu filho não tem costume de se alimentar pela manhã, é hora de mudar esse hábito. “É importante explicar para a criança por que essa refeição é fundamental. Além disso, os pais precisam de forma amigável, para que o filho coma alguma coisa”, afirma Celso.
Você pode oferecer um leite com achocolatado ou batê-lo com uma fruta de que ele mais gosta. É importante também incluir um cardoidrato nessa refeição. Lembre-se que você é o exemplo: as escolhas da criança dependem muito do que elas vêm os pais comer.
Está faltando tempo pela manhã? Uma dica é deixar a mesa do café preparada na noite anterior e pedir ajuda do seu filho. Faça com que esse momento seja um encontro saudável da família. Para ajudar você, confira abaixo nossas dicas para a primeira refeição do dia da criança


Ana Paula Pontes

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